NOTA DE REPÚDIO

 

A Associação Amazonense do Ministério Público – AAMP, entidade representativa de classe que congrega Promotores e Procuradores de Justiça, por meio de sua Diretoria, vem a público repudiar o comportamento repugnante e lamentável de proprietários de blogs e perfis sociais com ataques hoje pela manhã ao trabalho institucional sério de Membros do Ministério Público que atuam na defesa da saúde e da vida de cada cidadão e cidadã amazonense.

Dentro de um comportamento que passa longe do bom jornalismo sério e isento, tentam defender condutas ilícitas graves praticadas por agentes públicos que possuem o dever de probidade e honestidade no trato da coisa pública, especialmente quando se estão em jogo a integridade física e a vida das pessoas.

Defender a sociedade, seus direitos inalienáveis e a seriedade com a coisa pública, são constitucionais do Ministério Público.

Assim, ataques ou campanhas injuriosas, difamatórias com argumentos levianos e até mesmo desumanos, contra quem cumpre sua missão ministerial com eficiência e independência funcional, desprovido de qualquer outro sentimento que não seja o bem da coletividade, servem apenas para incentivar condutas desonestas que literalmente estão matando centenas de pessoas diariamente no nosso estado e, dessa forma, são coniventes com as mesmas práticas repugnantes.

O intuito de intimidar é tanto que agridem de forma leviana e desinformada o Procurador de Justiça, coordenador do CAOCRIMO, quando na verdade o órgão de execução foi o GAECO, que atuou por delegação do PGJ.

A Associação Amazonense do Ministério Público reafirma o reconhecimento público ao trabalho do Procurador e dos Promotores de Justiça atacados, ainda que de forma indireta, ao tempo que enaltece suas coragens e seus compromissos com a sociedade amazonense.

Urge ainda dizer que deposita total confiança na atuação do GAECO e rechaça toda e qualquer iniciativa que pretenda atribuir descrédito a sua atuação no combate ao crime organizado a partir de ataques individuais aos seus membros.

Ressalta, por fim, que permanece atenta e adotará toda e qualquer medida administrativa ou judicial necessária para defender os direitos e prerrogativas dos seus associados e associadas, fundamentais para o pleno exercício das suas atribuições e prerrogativas constitucionais em defesa da sociedade.

LAURO TAVARES DA SILVA
Presidente da Associação Amazonense do Ministério Público

 

 

 

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